domingo, 27 de julho de 2008

domingo, 20 de julho de 2008

Balanço de Fim de Época

Classificação
PosEquipaPtsJGVEDGMGS

1Sporting126330129
2Benfica106312127
3FC Porto96231116
4Leixões16015720

Pos - Posição Pts - Pontos JG - Jogos V - Vitórias E - Empates
D - Derrotas GM - Golos Marcados GS - Golos Sofridos
Futebol
Campeonato Nacional de Juvenis 3ª Fase - Época 2007/2008

Classificação
PosEquipaPtsJGVEDGMGS

1Benfica146420116
2FC Porto862221010
3Boavista66204811
4Sporting5612357

Pos - Posição Pts - Pontos JG - Jogos V - Vitórias E - Empates
Futebol
Campeonato Nacional de Iniciados 3ª Fase - Época 2007/2008
Classificação
PosEquipaPtsJGVEDGMGS

1Sporting11632163
2Benfica96236310
3FC Porto7621356
4V Guimarães
5612349

Pos - Posição Pts - Pontos JG - Jogos V - Vitórias E - Empates
D - Derrotas GM - Golos Marcados GS - Golos Sofridos

As Classificações finais das 3 equipas do FC PORTO que se encontravam a participar nas fases finais dos Campeonatos Nacionais de Juniores A, Juvenis A e Iniciados A foram estas.
A partir daqui tirem as vossas conclusões e deixem os vossos COMENTÁRIOS

quarta-feira, 16 de julho de 2008

TAS-se bem com estranhas confissões de satisfação

Mais uma Vitória, mais uma glória. Regozijo a dobrar na olímpica Lausana. TASSSS.

Subitamente, o ar tornou-se quente. Entramos no Verão com um mês de atraso. Mas a vitória do Benfica de 13 de Junho em Nyon vale o mesmo a 15 de Julho em Lausana. Na sede olímpica onde coabita o Tribunal Arbitral do Desporto (TAS), Benfica e V. Guimarães contra o FC Porto e a UEFA como árbitro, com supervisão do tal TAS, esgrimiram ontem argumentos sobre uma coisa decidida há um mês, com o documento-bomba (mas um artefacto de brincadeira de Carnaval tomado na Imprensa do regime cá da paródia) do Júri de Apelo da UEFA a salvaguardar a posição do FC Porto na Champions tão desejada e sempre tão esquiva aos menos capazes, os mesmos rapazes…

A paz podre, o silêncio dos comprometidos do regime, o não fazer ondas desde a alterosa reunião do CJ da FPF – apesar de enviesadas interpretações de facto, mesmo por quem tem um sentido delgado de direito – tornou o ambiente humedecido, como a saliva de quem, na sombra, às escondidas, a rezar por um milagre, espera um golpe divino para reclamar um Direito que desconhece.

Fui arejar ontem à noite. Até à Foz. Agora que os terroristas estão, impunes, em Lisboa, aos tiros em todo o lado, e seguro das brigadas de antitanques e de alta vigilância deslocadas da capital para nosso sossego provinciano, pude respirar ar puro.

De volta a casa, ouvi o noticiário da TSF das 23h. O Morgado de serviço fez um jeitinho, mais um, à causa desvairada. Se será perdida ou ganha, o intrépido repórter de som da rádio deu alento aos benfiquistas, enumerando três hipóteses a sair: a coisa volta ao Comité Jurisdicional de Disciplina (confusão dele e que vive na Suíça), o FC Porto é mantido na Champions ou… excluído.

Não é mau ter um terço da razão sem rezar
É verdade, pode parecer um panorama aterrador, face à prevista sentença do TAS hoje ao início da tarde. Mas, pelo lado positivo, sempre se dá 33% de possibilidades ao FC Porto, que há 45 dias esteve fora da prova, excluído da Europa em nome de uma regra retrógrada, dúbia e revogável em nome do bom senso.

Sem precisar de rezar, o FC Porto sempre tem 1/3 de possibilidades de êxito. Mais pelo meu convencimento da razão que assiste aos dragões do que por optimismo puro a que não me entrego de forma folclórica, venho assumindo a leitura dos acontecimentos sem temer perder a razão ou o vexame com que os adversários vitoriosos poderão brindar-me. Gosto de opinar antes de e não fazer prognósticos só no fim.

Temos tugas em todo o lado com a mentalidade de servicinho ao poder arreigada aos genes: ou tomando-o pela espada do Afonso, as armas de Abril ou as reuniões pós-jantar de conselheiros da revolução de esquadria mental soviética a lutar contra o avanço do tempo e da civilização, atirando o edifício do Direito pela janela e o bebé com a água do banho clubístico-ideológico. Pois o Morgado da TSF não desdenhou o que qualquer pé de microfone cá da terrinha faria: deixou tudo em aberto.

Como não sabemos para que lado vai cair essa temerosa sentença que amanhã abrirá telejornais do ressequido da noite anterior e o fresquinho dos jornais onde tomam o pequeno-almoço informativo matinal, fiquemo-nos pelas reacções que os também intrépidos paladinos da verdade vermelha e branca deixaram ao fim de sete ou oito horas de parlapiú no TAS.

Na rádio ouvi o causídico do Benfica, Paulo Gonçalves, dizer-se “satisfeito por pela primeira vez podermos expor os nossos argumentos”, algo que não teria sido possível antes, não obstante a sua presença a 13 de Junho na sede da UEFA, de onde saiu igualmente “satisfeito” e até convencido que logo ali o Benfica seria coberto da glória da razão. João Correia, advogado exterior ao clube, até reconheceu tratar-se de uma “vitória do Benfica”. Pela mesma porta, o representante do V. Guimarães também cantou vitória: estava ali ser saber bem como, não conhecia como era o nível de vida helvético e a pacatez da sede da UEFA, beijada pelas águas calmas do LagoGenebra e rodeada de verde, sem transparecer que ali, como daquela vez, se travam batalhas jurídicas duríssimas.

Já me admirava, ontem, ouvir Paulo Gonçalves satisfeito por poder expor os seus argumentos. E com alguma elevação de todas as partes, notou, porque aquilo é algo diferente, não só o país, mas especialmente a diferença para uma qualquer reunião da CD da Liga ou as remotamente controladas por sms no CJ da FPF quando não resolvidas numa jantarada só de amigos de ocasião.

Hum, optimismo sucumbiu à crítica do costume
Em casa acedi ao Maisfutebol e aos jornais online para saber mais um pouco. Bolas, o que descobri!

Paulo Gonçalves, reconhecendo no Benfica um palco mediático de extrema acessibilidade e até afabilidade, falou à TVI. Pelo que leio, o seu avinagrado palavreado não deixa expor tanto optimismo da rádio.

«Chegámos a este estágio porque a UEFA quis esperar pelas decisões tomadas pelo Conselho de Justiça», lamentou. «Agora alega que essas decisões não são definitivas, que ainda podem recorrer aos tribunais administrativos. A UEFA navega contra os próprios estatutos».

Paulo Gonçalves anda na Suíça a aprender. Das Antas ao Bessa, por onde andou, ou ensinam mal ou o defeito é seu. Foi saber, no TAS, que a UEFA ali presente como parte sabe que as coisas em Portugal passaram aos tribunais administrativos. Não admira. O presidente de Paulo Gonçalves pensava que as sentenças de 1ª instância eram válidas e irrecorríveis. Não pode ser.

Depreendo que o seu optimismo cedeu à crítica fácil que qualquer analista de meia tigela usa entre um pratinho de caracóis e umas imperiais. Ah, faltava o rojão do Minho com o verdusco da ordem.

“Quadros mentais rígidos” – seja lá o que isso for
Um tal Gama Lobo, atrelado ali para o espectáculo circense grato à TVI, falou pelo V. Guimarães. Clube, aliás, cujo presidente ontem, no site do clube, nos regozijou com a sua expectativa de “esperar que se faça justiça, seja o que isso for”.

(tudo isto seria cómico se, à semelhança do Braga, um benfiquista doentio não acedesse, em Guimarães, a director de comunicação, mas é verdade).

“Houve alguma dificuldade em explicar o que se passa em Portugal relativamente aos regulamentos e à sobreposição de regulamentos. As pessoas que têm quadros mentais mais rígidos ficam um bocadinho surpreendidas. Mas pelo menos tivemos oportunidade de explicar as trapalhadas jurídicas que sucessivamente vão acontecendo em Portugal e este é um bom momento para ver se é possível limpar estas coisas», disse Gama Lobo em declarações à TVI.

Ou seja, literalmente, com Pimenta Machado nada disto teria acontecido. Como quem sabe que o que é verdade hoje, amanhã é mentira, pouparia o dinheiro como sempre e evitaria despesas sempre upa,upa quando se trata da Suíça. E evitava-se o quadro atribuído, presumo eu, aos helvéticos de “mentais mais rígidos” que a boa maneira tuga não lida pelos seus genes, a não ser quando toca a trabalhar lá porque se paga bem a quem é bom.

Pimenta Machado, aliás, se precisasse de um director de comunicação chamado Marinho punha lá o Neves do blogue da bola e não o José da SportTV. E decerto não se surpreenderia, até por ter família a viver na rica Confederação Helvética, que os circunspectos homens dos cantões – que alguns podem confundir com cantoneiros – ficassem “um bocadinho surpreendidos” com as trapalhadas da Bola em Portugal, o País do faz de conta que cantou vitória a 4 de Junho com a decisão “aportuguesadamente confusa” da Comissão de Controlo e Disciplina que era dada como certa tal e qual a das instâncias desportivas de lusitaníssima falta de nível jurídico onde certas regras, e clubes, pensam estar acima da Lei do País

Já o FC Porto, obviamente, saiu em silêncio. Nem se sabe quem lá foi. A causa é perdida?

Bom, pelo “optimismo” dos adversários até eu estou… satisfeito.

Faltava o taberneiro da Liga
Posso andar enganado, mas nunca fui de contorcionismo. Uma figura igualmente bem portuguesa e pródiga em exemplos como Hermínio Loureiro, aquele atarracado careca com aspecto de taberneiro que, politicamente correcto, o regime lá elevou à hierarquia da Liga. Terá dado uma entrevista à SIC-N (mais uma que felizmente troquei pela brisa marítima).

Depois de nada dizer para além da proclamada “nova era” com que abrilhantou o sorteio da Liga há uma semana, este Hermínio foi fantástico, também ele, a atirar as culpas para o CJ “de toda esta trapalhada”. E, para comprovar o diálogo de surdos das duas entidades do futebol, “respondeu” a Gilberto Madaíl que instou o CJ a “limpar a imagem” mas inviabilizando nova reunião com um parecer pedido no exterior com prazo de 15 dias e dando seguimento às estranhas “decisões” do CJ, sejam lá o que forem, com que os clubes foram brindados a par dos procedimentos caóticos na hora das deliberações que lhes deram origem. Disse, então, o taberneiro da Liga:

«O CJ é eleito e é um órgão autónomo, nós não podemos demiti-los. Só podemos apelar a que voltem a reunir. Ainda há tempo para corrigir as coisas que eventualmente possam estar incorrectas e para que percebam bem os danos que estão a provocar.»

Como é que a UEFA pode levar a sério estes bacocos? Espera mais uma manchete da Bola para agitar mais porcaria?

TASSSSS…

p.s. – isto foi só um balanço do dia/noite. Hoje haverá decisões. Antes veremos as manchetes. Será que o prenúncio de derrota na contratação, mais do que confirmada, de Aimar, integrado como nº 8 do Saragoça, fará mudarem a agulha para os leões de garras afiadas para atacarem o título? É que na próxima época a música a tocar em Lisboa será essa. Aos outros, a UEFA pode esperar… Quanto a alguns de nós, nobres, leais e invictos, vamos fazendo o registo para a posteridade. O quadro rígido está exposto a certas mentalidades.

sábado, 22 de setembro de 2007

Quinto "Paço" para o tri


Todos nos lembramos das dificuldades que tivemos na época passada na Mata Real. Na altura o jogo poderia decidir o título e talvez por isso mesmo a equipa do FCPorto acusou a responsabilidade e não foi além de um empate, tendo até sido um bom resultado, depois de estar a perder e debaixo do dilúvio que se abateu sobre o terreno. Este ano as responsabilidades não são tão grandes porque ainda não há qualquer título para se decidir, mas as dificuldades serão exactamente as mesmas, ora não fosse o Paços de Ferreira um osso duro de roer para qualquer dos grandes que visitam o seu estádio e isto, embora a equipa pacense venha de um jogo para a taça UEFA que poderá ter causado algum desgaste adicional.

O FCPorto vem de um empate que ainda não foi totalmente digerido, tanto pelos adeptos, como pelos jogadores, que acusaram o facto de não terem feito tudo o que achavam ser possível para vencer o Liverpool, tal como disse por estes dias Bruno Alves. Os níveis de motivação não serão os mais altos que aparecem numa época de futebol, mas a vontade de vencer, essa, tem de ser sempre a mesma, mais não seja para manter invicto o sucesso que tem tido neste inicio do campeonato, onde conta só com vitórias.

Adriano, que no jogo da época passada marcou o golo do empate, ainda não faz parte da lista de convocados, apesar de já treinar completamente integrado. Jogador que na minha opinião teria lugar a titular, ficando apenas a questão de quem sairia para ele entrar, já que Tarik, escolha natural para a saída, passando Lisandro para a direita, apesar de estar em pleno Ramadão, ainda não se ressentiu desse facto e tem-se mostrado a grande nível. De notar a estreia de Lino nessa mesma lista e o regresso de Edgar, mas qualquer um deles não parece capaz de convencer Jesualdo Ferreira a mudar o onze inicial que, desde que chegou ao Dragão e para o campeonato, nunca foi mesmo, sendo talvez neste jogo que o professor o faça, já que creio que a equipa inicial será exactamente a mesma que se apresentou contra o Marítimo.

domingo, 16 de julho de 2006

Cadê o Chefi?

O grande responsável de todas as selecções nacionais continua a primar pela ausência. Entretanto, toda a gente se esquece do péssimo contributo que, pelo segundo ano consecutivo, Scolari deu aos sub-21 portugueses…

Portugal tem uma final inesperada pela frente e na Itália um obstáculo tremendo para aceder ao Torneio Olímpico de futebol de 2008, na China. As duas grandes desilusões do Europeu de sub-21 do ano passado, no nosso País, são as meias desilusões da categoria, ou falta dela, na Holanda. Mas têm direito a disputar um bilhete extra para os Jogos Olímpicos (1), algo que serviu a ambas para Atlanta-96 (2) embora os “azzurrini” tenham levado vantagem final de forma a ganhar o título continental desse ano, dois anos após a verdadeira final do Europeu em Montpellier (3) que disputaram.

Em devido tempo, aqui, enumerei as perplexidades sobre as convocatórias das selecções com jogos fundamentais em Junho. Agora, com Portugal afastado do Europeu de sub-21 (o jogo de apuramento a fazer não é da competição), depois de ver nas bancadas holandesas vários seleccionadores principais, como van Basten, McClaren, Donadoni, e constatar mais uma vez a ausência de Scolari, e consumada mais uma fraca participação portuguesa a que acredito ir juntar-se a eliminação pré-olímpica por me parecer mais forte a “Under” italiana, pergunto se ninguém tem alguma coisa mais a apontar ao que se auto-apelidou de “chéfi” há precisamente um ano?

Excessos das Arábias
Já me pareceu mal Scolari levar com os A alguns sub-21 que precisavam descansar e preparar bem o respectivo Europeu. Citei Moutinho, Hugo Almeida, Nani como exemplos maiores que deviam estar na Holanda e não ir à Bélgica. Compreende-se que, ali onde Simão, Nuno Gomes, Cristiano Ronaldo estavam ausentes por castigo ou lesões, fossem chamados alguns sub-21 a que se juntou, depois, Antunes que não está habituado às andanças de uma selecção menor, muito menos a pensar em três selecções num mês só, incluindo os sub-20 que vão ao Mundial do Canadá.

Mas Nani era dispensável de ir ao Kuwait, pela viagem, o calor, os exames médicos depois em Manchester e chegar à Holanda a dois dias do primeiro jogo dos sub-21 com a Bélgica. Moutinho nem foi titular em Bruxelas e seguiu para a Holanda. Antunes foi mais do que um preciosismo de Scolari no Kuwait: foi reflexo da estupidez que ninguém perdoaria a outro seleccionador nacional mas que Scolari insiste em exibir sem o mínimo desagravo.

Portugal esteve mal na Holanda: em campo, em forma física de alguns como… Nani; em comportamento; em atitude; em dignidade institucional a que não faltou a bacoca colaboração do palhaço do regime, Gilberto Madail a dar-se ao luxo de comentar cá, porque não teve tempo de ir à chatice que é a Holanda acima de Amesterdão, os desmandos dos tugas de serviço no país das tulipas.

Há um ano, Scolari deitou fora os sub-21 para ir ao Mundial. Alguns fizeram-lhe bem falta. Desta vez, deixou os sub-21 acumularem “milhas”, mas a viagem que contava, como ele confessou, era só a sua: “Pedi a Deus uma coisa, ganhar da Bélgica”.

Já agora, só para lembrar, da equipa que iniciou o Europeu-2006 (0-1 com a Frana), para a que empatou 0-0 com a Bélgica este ano, mantêm-se Nani, Moutinho, Manuel Fernandes e Hugo Almeida como titulares. No grupo, constam ainda Paulo Ribeiro, Vaz Tê, Semedo, Varela e Filipe Oliveira.

Este ano a culpa não é do Raul Meireles e, especialmente, do Quaresma. De quem será, então?

O “respeito” político
Quando se reclamou “Chéfi” de todas as selecções, inspirando o “respeito”, hoje politicamente em voga no desgoverno do País, em Agostinho Oliveira que ousou dizer não saber quem convocar nos sub-21 à falta de orientação do “Chéfi”, Scolari acabou a despedir o seleccionador mais antigo da FPF. Com Couceiro num cargo e uma ascensão que até o treinador do Atlético zombou (“Há quem desça equipas de divisão e tenha como prémio uma selecção nacional”, disse após ganhar no Dragão), Scolari tratou mal os mesmos sub-21 pelas convocatórias impregnadas do seu interesse exclusivo e arriscou a que Portugal perdesse o Europeu e, pior, o Torneio Olímpico.

Até hoje, passadas estas semanas, não li alguma linha sobre o assunto. Couceiro foi um treinador isolado, fora do contexto dos sub-21, e como Agostinho e, antes dele, José Romão em 2004, será o bode expiatório, apesar da culpa própria na estratégia e onze escolhidos frente à Holanda, de uma coisa que continua como sempre foi: as selecções sem rei nem roque, à vontade do freguês que no caso continua a ser Scolari. Sem muitos se darem conta disso, satisfeitos por meias vitórias e resultados avulso porque de títulos, até nos escalões de formação, continuamos mais afastados do que nos últimos 18 anos.

Riade-89 ajudou a projectar o futebol jovem português. Muitos se aproveitaram, na estrutura federativa, mas a Casa das Selecções há uma década que está para sair do papel. Agora, só os ilusórios resultados da selecção principal, e os milhões das fases finais ou dos passeios ao Kuwait, tapam tudo. E não se vêem mais responsáveis por nada. Sempre foi assim na FPF.

(1) - O Reino Unido (que compreende Inglaterra, Gales, Escócia e Irlanda do Norte) compete como equipa conjunta nos Jogos Olímpicos. Dada a independência das federações britânicas no futebol e assim protegidas nos Estatutos da FIFA, a vaga da Inglaterra não é ocupada por uma equipa “mista” de britânicos.

(2) - Portugal-Itália nos ¼ final do Euro-96, 1-0 na Luz e 0-2 em Bérgamo com bis de Vieri: só por ganhar uma mão, Portugal apurou-se para os Jogos de Atlanta onde terminou em 4º, sob o comando de Nelo Vingada.

(3) - Em França, um golo de ouro (104’) de Orlandini derrotou a equipa onde, em 1994, jogavam Figo e Rui Costa.

sábado, 1 de janeiro de 2005

Processos abertos, reabertos e não abertos

"Num momento em que parece estar muito empenhada na reabertura de alguns processos relativos ao Apito Dourado, há dois ou três que Maria José Morgado não vai poder reabrir: os que dizem respeito a Luís Filipe Vieira, José Veiga e João Rodrigues. Pela simplicíssima razão de que eles nunca foram abertos! E no entanto há testemunhos variados - ainda ontem o “Correio da Manhã” [podem ver nas imagens mais abaixo] publicou vários - de que essas três personalidades foram apanhadas em escutas comprometedoras, por mais que pelo menos Vieira e Rodrigues não tivessem (e já agora pergunta-se porquê) os respectivos telefones sob escuta. Só que como os telefones de alguns dos seus interlocutores o estavam…
De resto, no que diz respeito a Vieira, há até uma história que é muito curiosa: na sexta-feira da véspera do Boavista-Benfica (2ª jornada da Liga) que os benfiquistas perderam como é sabido por 3-0, o “Público” deu Vieira como arguído no Apito Dourado. Ora, logo na segunda-feira (ou terça-feira) seguinte, através do seu advogado, o mesmo Vieira conseguiu uma certidão do Tribunal de Gondomar negando essa sua arguição! Mais rápido, só mesmo o Pepe!...
Entretanto - e ainda quanto ao Apito Dourado - continua a aguardar-se a acusação da parte do processo que, embora com origem em Gondomar, está em Lisboa, e que tem sobretudo a ver com o mundo da arbitragem e as classificações a árbitros, assistentes, observadores, etc., etc. Uma acusação que antes do final do ano não estará porém concluída, com toda a certeza."
In O Jogo

(Cliquem nas imagens para ler melhor)
Nota: Imagens retiradas do blog Sou Portista Com Muito Orgulho

quinta-feira, 28 de outubro de 2004

FRAQUINHO…

Já era de esperar que Vítor Fernandez fizesse descansar alguns jogadores, e sabíamos também que aqueles jogadores que alinhariam hoje, eram os mesmos que andavam à muito tempo a reclamar a titularidade. Então porque é que não mostraram que deviam ser titulares?!

Um Porto económico que em toda a primeira parte fez uma exibição bem a baixo do económico. Sem Baía, Jorge Costa, Maniche, Carlos Alberto, Derlei e McCarthy, lá se foi aguentando na primeira parte. Mas seria na segunda que o pior estava para vir. Numa perda de bola infantil por parte de Costinha a meio campo, o Guimarães por intermédio de Nuno Assis iria marcar o primeiro, ficando Ricardo Costa a ver jogar.
No segundo golo Ricardo Costa volta a borrar a pintura e Nuno Assis marca novamente.
Ainda assim e perante tal apatia dos jogadores portistas, Derlei marcaria o tento de honra, já sem Costinha em campo, que saiu lesionado (*), ficando o Porto reduzido a 10 unidades.